Protestos na FIAT em Campo Largo

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A quinta-feira foi mais um dia de protesto em frente à Fiat Motores Campo Largo. Integrantes do Sindimovec (Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Montadoras de Veículos, Chassis e Motores de Campo Largo) voltaram a se manifestar hoje (16), contra o desinteresse da empresa em abrir as negociações da campanha salarial dos trabalhadores em 2015. 

Ontem, as atividades restringiram-se à panfletagem. Hoje, representantes do sindicato endureceram o movimento e bloquearam a entrada de carros e ônibus que levavam funcionários. Isso, para conseguir levar até os trabalhadores, as reais dificuldades de diálogo com a empresa e também, colocá-los a par das práticas antissindicais adotadas nesse período de negociação salarial. Como tentativa de coagir os funcionários na busca por melhorias das condições de trabalho, somente nessa semana, a Fiat demitiu quatro trabalhadores – todos, pais de família. “Nós vamos continuar cobrando da empresa, postura de respeito aos trabalhadores e, reforçamos que essa política manipuladora e persecutória não nos intimida. Também pedimos aos trabalhadores que não se deixem coagir e se unam a nós, na luta que abraçamos em nome deles”, disse o presidente do Sindimovec, Adriano Carlesso. 

Desde o dia 06 de março, os trabalhadores aguardam um posicionamento da empresa quanto ao rol de reivindicações, entregue nessa data. “De lá para cá, foi só enrolação. Nada, nenhuma proposta foi apresentada aos trabalhadores”. 

O Sindimovec ainda tem outra preocupação. A alta rotatividade de funcionários da Fiat em época de negociação coletiva. “Todos os anos, na época da data base, constatamos um aumento nas demissões. Isso reforça ainda mais, a importância da existência de uma ação civil pública do Ministério Público do Trabalho contra a Fiat no Paraná a respeito do tema”, afirma Carlesso.

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Fonte: Sindimovec

 

Dirigentes da Nova Central participam de manifestação contra o PL 4330

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A quarta-feira (15), foi marcada por manifestações contra o projeto de lei da terceirização em vários pontos de Curitiba. No começo da tarde, as Centrais Sindicais se reuniram na praça Santos Andrade no centro de Curitiba, em um novo ato de repúdio ao PL 4330. Em caminhada, os manifestantes seguiram pela Rua XV de Novembro, até a Boca Maldita.

Às 14 horas foi inaugurado o painel que mostra o voto dos deputados federais do estado na sessão plenária que aprovou o texto base do projeto, no último dia 08 de abril, na Câmara Federal.  Estes Painéis ficarão expostos em locais públicos por várias cidades do Paraná.

 

O motivo é mostrar às pessoas que, com a aprovação do Projeto de Lei 4330 (PL 4330), o trabalhador que hoje é contratado por uma empresa poderá ser demitido, para que um terceirizado seja contratado. A nova forma de empregar funcionários vai acarretar em diminuição de salários, direitos e aumento da jornada de trabalho.

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Diretor de Organização Sindical da NCST participa da Audiência Pública sobre terceirização no Senado

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A terceirização, tema cuja definição de novas regras movimentou a semana passada na Câmara dos Deputados e gerou protestos pelo país, será debatida pelo Senado. A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realizou nesta segunda-feira (13), audiência pública sobre os impactos da possível aprovação do Projeto de Lei 4.330/04, que trata do tema. O texto principal já foi aprovado pela Câmara, que, nesta semana, deve votar os pontos mais polêmicos destacados do texto.

Se aprovado, o projeto pode ampliar a terceirização para todos os setores, inclusive nas vagas relacionadas à atividade-fim das empresas contratantes. Atualmente, só é permitida a terceirização em atividades-meio, como limpeza e segurança, por exemplo.

— A audiência de hoje visou alertar o Senado sobre o projeto que está vindo e que pode ser o maior retrocesso da história para o trabalhador brasileiro — alertou o presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), que solicitou a audiência.

O senador explicou que o requerimento para o debate foi aprovado há cerca de um mês. A intenção é começar a discutir desde agora, para garantir que o Senado, na sua hora, suprima os pontos que venham a prejudicar os trabalhadores. O senador defende ajustes, como a permissão da terceirização apenas nas atividades-meio, além da obrigatoriedade de a empresa contratante de arcar com o que é devido aos trabalhadores, no caso de a empresa contratada para fornecer mão de obra não cumprir com as suas obrigações.

— Dessa forma, o projeto deveria ser aprovado. Não vai interessar para quem quer terceirizar, mas vai garantir todos os direitos dos trabalhadores — argumentou.

 

Foram convidados para a audiência 24 debatedores, que incluem representantes de várias categorias profissionais, do Poder Judiciário e do setor produtivo, entre eles estava o Diretor de Organização Sindical da NCST e Presidente da FETRACONSPAR - Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Estado do Paraná, Geraldo Ramthun.

 

 

Presidente da Nova Central participa da reunião da Diretoria da Fetraconspar

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O Presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná, Denílson Pestana da Costa, participa da reunião da Diretoria e o Conselho de Representantes da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Estado do Paraná (FETRACONSPAR), entidade presidida pelo companheiro Geraldo Ramthun.

O evento ocorre nas dependências da sede de eventos do SINDIMONT, localizada na Estrada Municipal Araucária - Taquarova, S/N, Campina das Pedras em Araucária/PR.

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO - PL 4330/2004 - TERCEIRIZAÇÃO

 

Tendo em vista as informações desencontradas acerca da posição da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST no que tange a aprovação do PL 4330/2004, que regulamenta a terceirização, temos a informar o que se segue:

 

Historicamente a NCST é frontalmente contrária ao PL 4330/2004 e, por consequência, contra o relatório do Deputado Federal Arthur Maia, da forma em que se encontra. Entendemos que o relatório é altamente prejudicial e, caso o Congresso Nacional vote o Projeto como está, causará enormes prejuízos aos trabalhadores brasileiros.

 

O cerne da questão é a inclusão de um artigo que proíba a terceirização na atividade-fim, evitando a precarização nas relações de trabalho, e a NCST não abre mão desse importante ponto.

 

A Nova Central está trabalhando arduamente para apresentar emendas consensuais com as demais centrais sindicais. Neste sentido, a NCST participará de uma reunião no dia de amanhã (07/04), com ministros do governo para se tentar chegar a uma posição definitiva e que atenda aos anseios da classe trabalhadora.

 

Ante ao exposto, a NCST reafirma seu compromisso de continuar lutando pela construção de uma agenda positiva para os trabalhadores brasileiros, sobretudo, e de forma intransigente contra todo e qualquer ataque aos já fragilizados direitos trabalhistas.

 

Brasília (DF), 06 de abril de 2015.

 

Pela diretoria,

 

JOSÉ CALIXTO RAMOS
Presidente - NCST

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Última atualização ( Qua, 08 de Abril de 2015 14:46 )
 

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